sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Segundo round da aula de Literatura brasileira.

Agosto de 2012.


Um dos literários consagrados do quarto semestre de letras resolveu fazer o seu texto sozinho, como a professora disse em classe, a individualidade esta se alastrando pelo mundo. Este grande escritor desenvolveu uma linda estória de romance. 




INTOLERÂNCIA

Ela era uma moça muito bonita e misteriosa. Trabalhava no centro da cidade e fazia judô na periferia, no bairro onde residia. Um dia, durante uma aula, ela conheceu um novo professor que também se mostrava misterioso. Foi uma atração mútua de olhares, seus corações bateram num mesmo ritmo! Ao fim da aula, trocaram olhares fatais, suas almas embriagaram-se com o ardor do desejo.
Uma semana depois, entre trocas de olhares e risos tímidos, às vezes palavras desconexas, na sexta-feira marcaram um encontro. O professor, não falou aonde iriam, preferiu buscara moça em casa e deixá-la na curiosidade.
Marta descobriu-se extremamente atraída pelo tipo que conhecera e deixou-se levar pelo homem. Saíram! João de Deus, estacionou, estacionou o carro em frente a um edifício de estilo Barroco, gentilmente abriu a porta do carro para a moça descer, fechou o veículo e foram para a entrada do casarão.
Uma enorme porta de madeira maciça foi aberta e os dois entraram. Se não fosse uma luz tênue de vela ao longe, num recanto de salão, o breu estaria completo. Seguiram a luz e aproximaram-se dos objetos dispostos num recanto. Marta gelou-se quando viu os objetos estranhos para aquele lugar. Cama, correntes, velas coloridas e um vinho, talvez para brindar.
Ela riu por dentro e o gelo principalmente, deu lugar ao fogo da crueldade. Entreolharam-se ao mesmo tempo e descobriram-se matadores do sexo oposto. O ódio invadiu ambos e no desespero do sentimento compartilhado, travaram uma sangrenta batalha bebendo o prazer do desejo e do ódio que se multiplicaram com a cumplicidade.
Mataram-se.
 Autoria: (Jurandir Matias.)

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