terça-feira, 11 de setembro de 2012

Coisas que eu sei.

Eu sei que, não importa o tempo que você durma..na faculdade você sempre estará com sono.
que por mais que eu estude, sempre vai ter aquele que não faz P* nenhuma e tira a mesma nota que você.
Que por mais que você saiba a matéria, a professora sempre dará um jeito de te recriminar por um erro.
Que as palestras,sendo de professores amados ou não,sempre serão chatíssimas,e que você sempre dará um jeitinho de fugir do auditório.
Sextas-feiras são chatas por elas só...e por causa disso os melhores professores são escalados,para que de um jeito ou de outro, você não venha a cabular e ir pra porta da facul dançar funk.
Eue nossos melhores amigos estão lá..e que mais que você brigue,quando tiver um trabalho em grupo,é com eles que você ficará....
Fato é, que panelas são formadas e segregações surgem...e quanto mais vai chegando o final do curso,mas as afinidades surgem...
Trabalhos em grupo são assim mesmo.um faz e os outros 5 estão por ai..sem muito saber do que se trata de verdade o trabalho.rs
Que por mais que você tente não se importar, no final do dia, você corre pra faculdade não para estudar,mas para ver seus amigos e poder rir,brincar,se divertir. o estudar ficará em segundo plano.sempre!
Que os nossos professores sempre serão motivos de chacota,seja pelo seu jeito de falar,andar, ensinar,ou pelo simples fato de serem insuportáveis.
Que quando chega 10:25 você já está prontíssimo para ir embora, não dando a mínima para o professor e para a chamada..mesmo que você more há 10 minutos da facul.
nossa vida é assim,trabalho,faculdade..trabalho,faculdade...
Ame ou odeie. você escolheu essa vida,e durante estes 3 anos,terá que aguentar poucas e Boas, situações chatas e supimpas!
Faça valer a pena...são só 3 anos que passam tão rápido...

''Minha pátria é a língua portuguesa.''
Pessoa, Simone

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

MODELO HISTÓRICO CULTURAL DE LEV VYGOTSKY

 PLANOS GENÉTICOS FILOGÊNESE ONTOGÊNESE SOCIOGÊNESE MICROGÊNESE história da espécie humana diz respeito a história de uma espécie animal – cada uma tem a sua própria definem as limitações de uma espécie plasticidade do cérebro – mediante a interação com o ambiente
 
 
PLANOS GENÉTICOS FILOGÊNESE ONTOGÊNESE SOCIOGÊNESE MICROGÊNESE história do indivíduo da espécie O desenvolvimento do ser (de cada espécie) Ligado à filogênese Passamos em determinadas fases comuns de desenvolvimento

PLANOS GENÉTICOS FILOGÊNESE ONTOGÊNESE SOCIOGÊNESE MICROGÊNESE história cultural em que o sujeito está inserido Formas de relacionamento cultural que definem o funcionamento psicológico A cultura funciona como um alargador das potencialidades humanas Cada cultura organiza o desenvolvimento de um jeito diferente
 
 
PLANOS GENÉTICOS FILOGÊNESE ONTOGÊNESE SOCIOGÊNESE MICROGÊNESE aspecto mais específico do desenvolvimento Cada fenômeno psicológico tem sua própria história Entre “não saber” algo e o “saber” reside a microgênese Significa o “Não Determinismo” Cada pequeno fenômeno tem sua própria história (construção da singularidade)
 
 
LINGUAGEM A relação entre pensamento e linguagem é construída durante o desenvolvimento (seja na história da espécie ou do indivíduo) FUNÇÕES COMUNICAÇÃO ABSTRAIR
 
 
LINGUAGEM Fala socializada Discurso interior Fala egocêntrica ETAPAS
 
 
LINGUAGEM Filogênese: existe linguagem (como comunicação) e existe primórdio de pensamento (inteligência prática – resolve problemas mas num contexto visual imediato, não há o elemento simbólico) Na espécie humana em determinado momento a linguagem se atrela ao pensamento de uma vez por todas (e a inteligência passa a ser abstrata/simbólica)
 
 
SIGNOS São construções culturais O principal lugar onde ocorre é na língua (principal forma de representação social) Não é linguagem no sentido amplo, mas a própria fala
 
 
MEDIAÇÃO SIMBÓLICA uso dos signos para resolver problemas psicológicos (lembrar resolver, comparar, etc.) intermediação – algo interposto entre duas coisas a relação do homem com o mundo não é direta, mas mediada através de instrumentos (ferramentas intermediárias entre minha ação concreta sobre o mundo e o próprio mundo) formas posteriores de mediação de natureza semiótica (simbólica) – interposição entre o sujeito e o objeto de conhecimento (o eu e o objeto) não de modo concreto
 
 
MEDIAÇÃO SIMBÓLICA signos mais primários – que todos compartilham signos totalmente internalizados: são introjetados e funcionam como mediadores dentro do nosso sistema psíquico – possibilidade de representação mental (em que o mundo é imaginado/separado) – exclusivo do homem na construção semiótica: a primeira relação é direta e a segunda é mediada pela experiência anterior (ex. dedo na chama da vela)
 
 
DESENVOLVIMENTO HUMANO Se dá de fora para dentro, por causa da importância da cultura Aprendizagem é que promove o desenvolvimento Brincadeira: a criança assume as regras do mundo adulto Ao brincar com algo está se relacionando com o significado que é cultural
 
 
Formulação da teoria: 1928-1931 (Vygotsky e Luria) Pedagogia (1928) – em forma de artigo; versão mais completa O comportamento de animais e do homem (1930) TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL OBRAS Estudos sobre a história do comportamento. Primata, Primitivo. Criança (1930) Instrumento e signo (1930/1984) A história do desenvolvimento das funções psicológicas superiores (1929-1931)
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL CONTEXTO CIENTÍFICO Compreensão do ser humano: fenômeno complexo – deve-se reconstruir suas formas mais primitivas e simples e acompanhar seu desenvolvimento até seu estado atual – estudar sua história Final do séc. XIX: estudos etnográficos, sociológicos e psicológicos Inspiração em: Lamarck, Sprencer e Darwin.
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL CONTEXTO CIENTÍFICO BASE COMUM: comparação entre a filogênese e o desenvolvimento infantil; compreender patologias ligadas a lesão do cérebro como regressão filogenética (quando as partes filogeneticamente mais novas haviam sido afetadas); desenvolvimento evolutivo da cultura humana (desde a cultura mais primitiva à cultura européia)
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL OBJETIVOS Teoria histórico-cultural (uma das várias que tentou explicar a origem e desenvolvimento dos processos mentais de adultos ocidentais educados) – comparou: A psicologia de animais e seres humanos A psicologia do homem “primitivo” e do homem ocidental A psicologia de crianças e adultos A psicologia de sujeitos patológicos e saudáveis
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: Na perspectiva biológica aceitação integral do darwinismo
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica aceitação das análises de anatomia do cérebro de Edinger e Kretschner e seus princípios: as estruturas inferiores do cérebro não desaparecem quando outras se desenvolvem, mas tornam-se subordinadas Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais:
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica aceitação das análises de anatomia do cérebro de Edinger e Kretschner e seus princípios: durante esse desenvolvimento, as funções inferiores perdem parte de sua função para as superiores Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais:
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica aceitação das análises de anatomia do cérebro de Edinger e Kretschner e seus princípios: funções inferiores podem recuperar a autonomia no caso de as funções superiores serem danificadas Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais:
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica evolução do homem a partir dos animais: as diferenças existiam, e foram iniciadas com o início da cultura (podem se emancipar da natureza) Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais:
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica o comportamento possui uma base genética (com origem na evolução biológica) mas ela se restringia a processos inferiores Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais:
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica os processos superiores não são herdados, mas conquistados a partir da interação social Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais:
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica Zoopsicologia de Vladimir Vagner Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: enquanto o desenvolvimento dos instintos ocorre através de uma linha pura (instintos anteriores não são transformados em novos instintos) o intelecto progride sobre as bases das estruturas anteriores (uma linha combinada)
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica zoopsicologia de Vladimir Vagner Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: enfatizou a falta de harmonia entre instinto e intelecto na espécie humana
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica zoopsicologia de Vladimir Vagner Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: Vagner (instinto e intelecto) e Vygotsky (funções psicológicas inferiores e superiores)
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica Marx e Engels: história humana e evolução biológica Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: Engels: “O papel desempenhado pelo trabalho na transição do macaco para o homem” (1925) – a história da humanidade começa com o desenvolvimento da postura ereta – liberou as mãos para o desenvolvimento motor
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica Marx e Engels: história humana e evolução biológica Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: “o trabalho veio primeiro, depois a fala” (influência de Lamarck) Trabalho cooperado levou gradualmente à transformação planejada da natureza
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva biológica Marx e Engels: história humana e evolução biológica Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: “a adoção por Vygotsky da teoria de Engels implicava a aceitação de uma distinção entre evolução biológica e história humana e da importância do papel dos instrumentos e do trabalho na origem da cultura humana”
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva etnográfica Durkheim Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: “Para saber do que são feitas as concepções que não foram criadas por nós mesmos, não seria suficiente questionar nossa consciência: é para fora de nós que temos que olhar, é a história que temos que observar”
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva etnográfica Lévy-Bruhl Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: “Foi o primeiro a levantar o problema do desenvolvimento histórico do pensamento. Mostrou que, por si só, o tipo de pensamento não é uma unidade constante, mas algo que muda e se desenvolve historicamente” (Vygotsky)

TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva etnográfica Lévy-Bruhl Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: A IDÉIA FUNDAMENTAL DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL DE QUE PESSOAS DE DIFERENTES CULTURAS E ÉPOCAS TÊM PROCESSOS MENTAIS SUPERIORES DIFERENTES, ESTAVA NO TRABALHO DE LÉVY-BRUHL
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Na perspectiva etnográfica Thurnwald (quatro afirmações) Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: o homem pré-histórico foi o precursor de todos os seres humanos atuais. a cultura e a mente do homem pré-histórico eram semelhantes às do homem “natural” atual.
 
 
TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL SEUS FUNDAMENTOS Resumo Compreender a origem do Homo Sapiens em relação com os animais: Vygotsky estava de acordo com seus contemporâneos ao caracterizar diferentes culturas como “superiores” e “inferiores”. Evitou, porém, o erro de explicar diferenças culturais e mentais por referência a diferenças biológicas ou mesmo raciais (ambas influências de Thurnwald)

CRIANÇAS INVISIVEIS

  CRIANÇAS INVISIVEIS

Sete países, sete diretores e sete realidades. Pobreza, AIDS, guerra, discriminação, relacionados a uma infância perdida, esquecida, o nome do filme não podia ser outro “Crianças Invisíveis”.
O projeto contou com o apoio da Unicef que durante uma entrevista para o site ADITAL lembra “no Brasil as crianças invisíveis são as 500 mil meninas e meninos que nascem todos os anos e não têm acesso ao registro civil; os cerca de 10 milhões de crianças e adolescentes que vivem no semi-árido em situação de pobreza; os quase 3 milhões de crianças que são exploradas no trabalho infantil; as crianças negras, mais afetadas pela pobreza, pela falta de acesso à escola e pela discriminação, e pelas mortes violentas quando adolescentes; as crianças indígenas, que vivem em comunidades onde a taxa de mortalidade infantil é três vezes maior do que a média nacional; os adolescente-soldados envolvidos no tráfico de drogas”.
Além de retratar a realidade das crianças de cada país, os diretores também buscam mostrar a negligência, exploração, fraqueza dos adultos visíveis. Os curtas tem como objetivo chamar a atenção da sociedade e das autoridades, dando um leve tapa na cara, para que acordamos. Ao assistir o filme chorei, fiquei emocionada, me choquei com algumas cenas, assim que terminei de assistir, me fiz a seguinte pergunta: o que eu estou fazendo para mudar isso? Fiquei chocada com a realidade, mas continuo de braços cruzados, e o pior é pensar que não sou só eu que estou assim, mas milhares de pessoas, algumas nem se da ao trabalho de se questionar. Realmente “Crianças invisíveis” vêm nos acordar nos alertar que é preciso arregaçar as mangas. De forma resumida o filme mostra crianças lutando para sobreviver e com simples desejo de viver sua infância, me fazendo retroceder a minha infância e valorizar as oportunidades que tive.
Neste momento senti o que Aristóteles defendia que a arte tem que provocar uma catarse, uma transformação, tem que mexer com você de alguma forma, e os diretores dos filmes consegue isso.
Para começar o filme nos leva para a África, mostra um grupo de garotos guerrilheiros em luta na África. Tanza é o menino que tem a missão de colocar uma bomba em uma escola que será detonada no momento em que várias crianças estarão assistindo aula. Isso pra defender suas terras.
Depois tem as Blue Gipsy, que fala conta a histórias de menores infratores, mas foca principalmente as atitudes dos adultos. O menino está prestes a ganhar liberdade, mas não sabe se é isso mesmo que ele quer, quando lembra que tem um pai alcoólatra, violento, que explora crianças, e pode obrigá-lo a cometer roubos novamente.
Jesus Children Of Americn, conta a história de Blanca, uma menina que sofre com a discriminação das colegas de escola por ter pais drogados e ser portadores do vírus HIV, e ao mesmo tempo, mostra o amor dos pais pela menina, mas não conseguem se livrar das drogas.
Bilu e João são duas crianças que vivem na grande São Paulo, e tentam sobreviver, catando papelão e vendendo latinhas e que apesar das condições e dos problemas que enfrentam não perdem a esperança e não deixam de sonhar.
Jonathan, um fotografo adulto traumatizado pelos registros que fez das guerras, e em busca de alivio, volta a ser criança. É o único que parte de um adulto e que foge um pouco do propósito do filme.
Ciro mostra uma criança que sai de casa por falta de estrutura na família e passa a viver de roubos. Mostrando a atitude dos adultos dentro desta situação.
O ultimo começa surpreendendo pela delicadeza, Song Song e Little Mão, mostra a história de duas garotinhas, uma rica que tem tudo que quer, porém tem a frieza dos pais, e a outra órfão criada com dificuldades pelo avô, depois da morte dele, ela começa a vender flores nas ruas para sobreviver, dois mundo diferentes com algo em comum o desejo de ser feliz.
Todos emocionam, faz chorar, mas os filmes passam mais do que uma mensagem sobre a vida das crianças, faz um critica dura aos adultos. Como defendia Platão a arte tinha que ter uma função, e a função dessa arte é chamar a atenção da sociedade.

De todos eles os que mais me chamaram a atenção, foi Tanza e Bilu e João.
BILÚ E JOÃO

De Kátia Lund, com Vera Fernandes e Francisco Anawake, retrada as vida de duas crianças com espírito de iniciativa, nas ruas de São Paulo.
As gravações poderiam ser feitas em qualquer cidade, mas São Paulo foi escolhida por um desejo da diretora e estrategicamente mostrar o contraste, o abismo entre o rico e o pobre de uma forma bem sutil, onde a imagens falam por si só. O filme encerra com uma imagem espetacular, os grandes prédios, luxuosos de grandes empresas internacionais, como que engolindo os pequenos barracos. Mostrando a força do dinheiro internacional, tanto nesse momento do filme, como na cena em que eles vão vender as latinhas e o comprador faz a cotação em dólar, Bilu nem entende nem entende que diferença faz o dólar cair ou aumentar, mas isso mostra como o mundo inteiro está envolvido com os problemas sociais.
Bilu e João trabalham vendendo latinha e papelão para poder comprar os tijolos para construir sua pequena casinha, para tentar conquistar um espaço. Espaço esse disputado com as grandes multinacionais. No final do filme João fala “só cai no buraco porque aquele cara queria a rua só pra ele”. E é bem isso que acontecem, os poderosos querem o mundo só pra eles e não se importa com os outros, se vão ou não cair no buraco.
O filme usa mais as imagens para mostrar a diferença econômica de um mundo para o outro, não falam diretamente no assunto, mas dá pra entender.
No inicio do filme o menino fala do sonho de ser piloto, e mostra-o no fliperama, e faz uma comparação com a brincadeira da menina que vem descendo o morro com a bicicleta e cai, mostrando que apesar da dura realidade, eles mantêm aberta uma janela de esperança, com uma disposição para sonhar e resistir.

TANZA

Tanza começa com as crianças correndo contra o sol como se fosse uma luta árdua. Ainda pequenos eles são obrigados a lutar a principio da à entender que é por terras, defender o território, mas mesmo diante desta realidade, mesmo com uma arma na mão, os meninos possuem sonhos, vontades e ídolos, em uma das cenas quando o menino é atingido ele esta vestido de verde amarelo, e no cabo na arma tem a foto do jogador de futebol Ronaldinho. Quando esse menino morre fala “eu tive medo” como se principal arma deles fosse não ter medo de nada, nem de ninguém. È o que mostra o filme, Tanza o personagem principal não tem medo de encarar um exercito de frente, porém se torna frágil quando entra em uma escola, diante de algumas perguntas no quadro ele responde de forma correta, e desiste de cumprir sua missão, que era colocar a bomba na escola para detoná-la quando estivesse tendo aula, porém depois de responder as perguntas, ele senta na carteira, tira os causados, como se fosse descansar. Faço uma ligação com o nosso trabalho, calçamos quando saímos de casa para trabalhar e ao chegar a primeira coisa que fazemos é tirar os calçados e dizer “que alivio”. É por aí que o filme que dizer Tanza tinha vontade de estar na escola, passou a infância trabalhando lutando por uma causa, e no fim ele prefere descansar a passar o resto da vida lutando contra uma causa que não o beneficia em nada.

DIFERENÇAS
Os dois filmes retratam a dura realidade das crianças, porém a forma com que elas encaram essa realidade é bem diferente.
João e Bilu encaram tudo como normal, mais natural, conseguem sorrir, se divertir, já Tanza é fechado, não sorri, não brinca, seu sonho só pertence a ele, João e Bilu dividem suas vontades. O Tanza é cada um por si e Deus por todos. Um filme escuro, mostrando a escuridão que vive aquelas crianças.

ESTÉTICA
Os curtas segue os princípios da estética clássica, os diretores buscam mostrar a realidade. A arte estimulando os homens a se aproximarem do real. Eles tentam reproduzir o real, o mundo que está a nossa volta, principio conhecido por verossimilhança. Além disso, as obras possuem uma função social e moral.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

POSTERGAR.


Posso comparar esta sala maravilhosa, com a beira de um rio, um rio de águas claras e puras,  rico em seu interior. Posso mergulhar algumas vezes, nestas águas estupendas.
Como uma boa garimpeira, comecei a escolher algumas beiradas para explorar. Já encontrei tanto ouro neste rio, e confesso que nem comecei a procurar as melhores pedras. Mas o destino fez-me o favor de trazer o melhor que nele há  .


Ontem, uma bela correnteza trouxe-me uma pedra preciosa, um momento em que eu pude sentir a profundidade de minha melancolia ao ler uma obra prima de um dos mais novos poetas de nossa sala. Apresento-lhes o poeta e compositor, Denis de Sá, Não tenho muitas informações sobre o autor desta grande obra. Mas digo que o destino nós  presenteou com mais uma pérola. 

  
 POSTERGAR
Ilimitado a um sentimento
Postergo a tristeza
Postergo o ódio
 Postergo até a frieza...

Como a folha caindo no chão
Barulho não pode fazer
Vou postergar a dor
Para tentar sobreviver.

Ás vezes postergo
Até mesmo o postergar
Para tentar voar infinito
Na imagem do mar

                                                                                    E quando o vento te tira da direção
                                                                       Deixando-me aqui sozinho 
                                                                  Então postergo as horas
                                                                                  Para poder te ver de novo sorrindo.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mais uma pérola. ♥


Simone Lispector.
Uma garota que se diz ser um poço de segredos, praticamente uma lenda, seus conflitos é perturbante dentro do seu mundo, onde ninguém consegue entrar. Com suas próprias palavras Lispector diz: “Sou do tipo que prefere não desabafar. Talvez isso seja orgulho, mas sempre acho que consigo resolver as coisas sozinhas.
que meleca!”.
Sem querer Simone deixa escapar alguns de seus segredos em uma rede social, pois, nem tudo guardamos pra sempre. Uma hora ou outra colocamos pra fora os sentimentos que nos aflige.
Sem que ela mesma possa perceber escreve coisas inesperadas. Porém Simone não dá valor a suas próprias obras. Então para que o publico possa conhecer um pouquinho de suas escriturar, eu a caçadora de talentos estarei de olho em seus textos magníficos.
Podemos apreciar um tiquinho dos seus sentimentos.
 
50 dias.

50 dias não são 5 minutos e nem 5 horas.  
Tanta coisa aconteceu. Eu me perdi me achei, me perdi de novo, me achei novamente.
Tem dia que me pergunto: por que isso? Por que aquilo? Será que daqui á mais 50 dias será esse mesmo pensamento?
Perdi-me em outros pensamentos. Uns errôneos, outros propositais. Todos frustrados. Busquei o que não se podia achar, e quanto mais corria atrás do incerto que queria que fosse certo isso aparecia. Principalmente no calar da noite.
dizem que isso é só para profissionais. E deve ser mesmo.
Minto pra mim mesma. Mas amo essa mentira. Ela me faz feliz por horas. Mas a verdade vem quando vou repousar e me rouba toda fantasia.
a mentira que minto pra mim mesma continuará a me enganar por dias. Será que daqui a 50 dias ela estará comigo? Não sei. Espero que não.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Parabéns Novinha. ♥



Hoje é um dia mais que especial, pois no inicio deste quarto semestre tivemos uma evolução, a garotinha que modificou a sala chegou com tudo e podemos dizer que temos um passado antes da sua chegada. Caramba ! não sei se vocês perceberam, mas antes que este ser entrasse em nossas vidas tudo era diferente. Esta garotinha que foi tachada de “novinha”, mas o seu verdadeiro nome é Marina, porém como tudo muda agora ela é  conhecida como a “burguesinha”. Este apelido foi dado por diversos motivos, um deles e o mais recente foi que a menininha pediu pra um colega de classe comprar uma coxinha e deu em suas mãos trinta reais, gente que absurdo trinta reais da pra comprar a mistura pra semana inteira. 

Hoje é o aniversário desta menininha ai, cara de anjinho mas só os seus verdadeiros amigos sabem do que ela é capaz.

Palavras de suas companheira de classe.

Simone Miguel : 

Sabe gente posso dividir minha vida universitária em duas. Antes da novinha e depois da novinha.
Antes, era paz, sossego, tranquilidade, poucas brigas e confusões, ninguém me excluía do face, não tinha inimizades, não havia bagunça, divisões de nerds e fundão, não havia chupins, a sala não tinha reclamações, não tinha bagunça no elevador, corredor, metro, play Center, porta da faculdade, funk...enfim..listaria muitas coisas.

Depois que você apareceu, meio do nada tudo mudou. 

Wevila
Muitas coisas começaram a acontecer, a primeira coisa que mudou completamente o curso de letras foi ter um fundão, coisa que não existia antes da sua chegada. Então por obra do destino nos juntamos e formamos as super poderosas. A partir disso tudo mudou, o fundão foi visto pelo restante da sala como o buraco negro, coisa que qualquer sala de um colegial tem, mas..., Marina resolveu seguir a tradição e trazer este bem para uma classe universitária. Eu Weviz posso dizer que tudo mudou em minha vida, eu era uma menininha quietinha que nem se manifestava em sala, após a sua chegada fui uma das pessoas mais atentadas de nossa sala, claro que eu não consegui ganhar da Simone, mas vejamos, antes de Marina adentrar em nossa sala, a Simone só dormia e não enchia o saco de ninguém, não brigava e ainda por cima nem falava comigo.
Mas a Novinha mudou tudo isso. Primeiro conquistou o núcleo que neste caso sou eu ( rsrsr), depois chamou a Simone e criou uma gangue, gente olha que revolução. Todos contra o grupo do fundão. 
Após a formação deste grupo a classe de letras nunca mais teve paz. Quem pode dizer isso muito bem é a professora Magali.
Coitada da fessora Magal, poxa fizemos um inferno na aula desta linda professora. Velho ninguém conseguia segurar o fundão. Acho que o terceiro semestre foi um dos mais badalados. As meninas super poderosas transformou a turma toda. 
Claro tivemos participações especiais. Dani,Jony,Junior,Rogério,Lobinho e Agora Cris e Manu. 
Isso não é nem a metade do que esta garota fez em nossa turma. 
Homenagem da Simone Miguel:
Saiba que te amo muito, e seu dinheiro também. Gosto muito quando você paga as coisas pra mim, sinto que meu interesse vai além..que por você ter tanta grana ,meu amor cresce a cada dia mais!!!! “ahaushauhsauhsauhsauhs”
É serio agora! – “meoooo”, parabéns! felicidades, muitos anos de vida..que Deus te abençoe muitíssimo mesmo, com muita saúde, paz, prosperidade(!!) amor, ixi..uma par de coisas. Bjos Má.
  Para encerrar, as minhas últimas palavras, Novinha meu amor, que Deus possa te proteger e te dar muita luz, neste ano te desejo muita paz saúde, riqueza (kkkkk) e menos dor de cabeça. Gatinha te amo muito. Espero que você continue tirando a paz da nossa sala de aula.
Você é a pessoas que mudou o destino do (mundo) Ops da classe. Marina Te amamos muito. Bjos fica com Deus.

 

Segundo round da aula de Literatura brasileira.

Agosto de 2012.


Um dos literários consagrados do quarto semestre de letras resolveu fazer o seu texto sozinho, como a professora disse em classe, a individualidade esta se alastrando pelo mundo. Este grande escritor desenvolveu uma linda estória de romance. 




INTOLERÂNCIA

Ela era uma moça muito bonita e misteriosa. Trabalhava no centro da cidade e fazia judô na periferia, no bairro onde residia. Um dia, durante uma aula, ela conheceu um novo professor que também se mostrava misterioso. Foi uma atração mútua de olhares, seus corações bateram num mesmo ritmo! Ao fim da aula, trocaram olhares fatais, suas almas embriagaram-se com o ardor do desejo.
Uma semana depois, entre trocas de olhares e risos tímidos, às vezes palavras desconexas, na sexta-feira marcaram um encontro. O professor, não falou aonde iriam, preferiu buscara moça em casa e deixá-la na curiosidade.
Marta descobriu-se extremamente atraída pelo tipo que conhecera e deixou-se levar pelo homem. Saíram! João de Deus, estacionou, estacionou o carro em frente a um edifício de estilo Barroco, gentilmente abriu a porta do carro para a moça descer, fechou o veículo e foram para a entrada do casarão.
Uma enorme porta de madeira maciça foi aberta e os dois entraram. Se não fosse uma luz tênue de vela ao longe, num recanto de salão, o breu estaria completo. Seguiram a luz e aproximaram-se dos objetos dispostos num recanto. Marta gelou-se quando viu os objetos estranhos para aquele lugar. Cama, correntes, velas coloridas e um vinho, talvez para brindar.
Ela riu por dentro e o gelo principalmente, deu lugar ao fogo da crueldade. Entreolharam-se ao mesmo tempo e descobriram-se matadores do sexo oposto. O ódio invadiu ambos e no desespero do sentimento compartilhado, travaram uma sangrenta batalha bebendo o prazer do desejo e do ódio que se multiplicaram com a cumplicidade.
Mataram-se.
 Autoria: (Jurandir Matias.)

Aula de Literatura Portuguesa. ♥

Noite de muitas emoções.

Em sua primeira aula de literatura portuguesa a professora Márcia descobriu que não estava em uma sala qualquer, mas que estava em uma Academia de Letras com  grandes autores.
Para sua surpresa uma aluna Corintiana levantou-se e deu um show com o seu lindo poema.
Onde encantou a todos que estavam presentes.

Minha escolha
Queria falar, mas falar o que, ou falar pra quem?
Falar que tenho outra forma de amar
Isso não interessa a ninguém
Mas eu queria falar, desabafar.
Que droga, ainda tenho medo
Mas minha voz não quer calar
Eu sei todos tem segredos
Mas eu ainda tenho medo
Já penso em contar, contar para minha família, meus amigos, contar para mundo.
Mas não sei se eles vão suportar.
Mas um dia eu vou ter que falar.
Às vezes eu acho que eles já sabem.
Juro que tentei lutar contra a minha homossexualidade
Mas vocês tem que entender todos tem o seu jeito de amar.
E agora eu apresento o meu mundo de amar.
Não mandamos no coração.
Autoria: ( Leid Alencar.)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Força


Bom inicia de aula a todos.

Vamos lá galera, mais um semestre começa hoje e temos que ser fortes e não desistir, já estamos no meio do caminho. Muitos dos melhores profissionais passaram por dificuldades, assim como nós, ninguém disse que séria fácil ou que conseguiríamos tudo, mas que no fim teríamos o orgulho de ter vencido mais um fase de nossas vidas.
Espero que cada um de nós continuemos com nossos sonhos e objetivos, somos uma geração  para um futuro melhor. Mas acima de tudo temos que pensar em nós mesmo e acreditar em nossa capacidade de vencer, pois bem, agora é hora de arregaçarmos as mangas e ir à luta, pois falta pouco para a nossa vitoria. Com a ajuda do papai do céu vamos conseguir.
                                       
                                                               Força

Antes de desistir, pense que somente alcança o sucesso quem insiste, apesar de tudo.
Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dançando e fez mais de 40 filmes, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu a resposta de que não sabia atuar. Era careca, e ainda dançava pouco. Em 1950 ganhou um Oscar honorário e em 1970 em Prêmio UNICRIT, concedido no Festival de Berlim em reconhecimento à sua contribuição ao gênero musical.
Ao professor de Enrico Caruso, diziam que ele não tinha voz e não era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele não desistiu e se tornou famoso cantor de ópera, admirado até os dias atuais.
Winston Churchill foi reprovado na sexta série. Somente se tornou primeiro ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu. Chegou a dizer um dia: “- Eu deixaria a política para sempre, se não fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro”. Ele conseguiu.
Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de idéias. Você pode imaginar tal coisa? Antes de construir a Disneylândia, foi à falência diversas vezes. Nunca desanimou.
Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por três vezes ele foi reprovado na admissão à escola de artes. Descrito como o pior aluno da escola, Rodin não desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como o pensador, o beijo e filho pródigo.
Assim acontece com todos os que perseguem seus sonhos, não se permitindo desanimar por derrotas ou julgamentos precipitados. Lembre-se você pode ser derrotado, mas não fracassará enquanto continuar tentando.
Logo haverá de descobrir que ainda há muitas tentativas a serem feitas. Há muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos, e muitas conquistas a serem alcançadas. Não há limites para quem acredita que pode atingir seus objetivos, e que pode concretizar os seus sonhos e projetos.
Pense nisso e tente outra vez. E outra mais. Não se deixe abater por críticas, ou experiências mal sucedidas. Vá em frente. Tente de novo e verá que os seus esforços alcançarão êxito. (autor desconhecido)
Bjos Weviz.


sábado, 16 de junho de 2012

Meu abrigo - Por Junior


Dourado Júnior, foi flagrado em um velho vídeo no youtube, quando ele ia pra igreja, que bunitinhooooo! Adorando ao Senhor. Que menino abençoado.

Glee - Born This Way

Miss Creche

 Flagrada! Nossa querida amiga Daiane, parece que ganhou o prêmio Miss Creche e suas amigas, posaram de crechetes ao fundo... Que lindoooooo! Poderosa.



Vai se Ferrar

Simone Miguel


"vai se ferrar " não è palavrao. è um adjunto adverbial de intensidade. fkadika!

FESTINHA



Pessoal, faremos a nossa festinha de despedida do semestre? Se a maioria concordar faremos na terça-feira até as 21:00 horas pois a professora Adriana terá apresentação do mestrado dela a partir deste horário. Eu acho que estamos precisando desta festinha...hehehehe. Quem topar põe o dedo aqui...

 Cristina, a representante da turma, informada dos altos e baixos que seus amigos teve durante todo o semestre, sugeriu uma festinha para descontrair e animar o pessoal, para que possam aproveitar suas férias e retornar no 4º Semestre mais preparado do que nunca.
 Muitos poetas, escritores, autores e futuros professores da sala 504 já marcaram presença nessa festinha super badalada. Não perca essa confraternização dos amigos de LETRAS. 
 A festa será no dia 19-06-2012, começará 19:00 e acabará quando a comida acabar... rs rs rs.
 Será estilo festa americana, por isso levem alguma coisa, como: Salgadinhos, Bolo, Refrigerante, Algum pão diferente, Cremes para passar nos pães, Sucos... Enfim, o que você quiser e seu dinheiro permitir.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Cris Tentando Apaziguar


‎Daniel Canotilho e Simone Miguel, vamos conversar?? Estou mandando um email para vocês tá bom? Não acho legal uma amizade desde o início do curso se desfazer por bobagens, isto tudo é stress de final de semestre. O Emanuel e a Silvana que o digam pelo o que eu estou passando e nem por isso vocês me viram discutindo por aqui ou por ali, vamos rir que a vida é muito boa e estamos terminando o 3º semestre iuhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!

Prêmio Varal



O VARAL DIVULGA SUA LISTA DE CONCORRENTES 
PRÊMIO DO 3º SEMESTRE

SALESIANO (Para os alunos certinhos, que primam pela qualidade nos trabalhos):


                                          Estela, Cris ou Simone Sena


EU, EU MESMO e SÓ EU (Alunos que sozinho dão um Show a parte):

Vicentina (Cristina) ou Denilson.


DE VOLTA AS ORIGENS PORTUGUESAS (O aluno mais legal que vai para portugal):

Estela ou Wesley


FIGURINO PESSOAL (Para alunos que usam sempre o mesmo estilo de roupa):

Heitor ou Simone Sena


OTAKU (Para os amantes da cultura Japonesa): 

Deivid ou Heitor


Speak Inglish ou Minha Língua é... (Para quem sabe e adora falar inglês):

Rafael ou Alice Cunha


Sou turista, mas tenho nota (Para alunos que faltaram pra caramba nesse semestre e mesmo assim tem notas):

Milena Maia, Dourado Júnior ou Denilson.


NERVO ASIÁTICO: (Para as alunas dona de casa, que as vezes tem problema no nervo ASIÁTICO):

Luzanira 


TAMU JUNTO (Para o grupo ou dupla mais legal da sala):

"EMANUEL, ALICE, GISELE, HEITOR" 

"ESTELA, WESLEY" 

"WEVILLA, SIMONE, MARINA" 

"ROGÉRIO E ISABEL" 

"MATIAS, WILLIANS, LUIZ" 

"LUZANIRA, VICENTINA"


O MELHOR DO FUNDÃO (Só para quem senta no fundo):

Camila, Jonathan, Simone, Marina, Wevilla, Júnior, Rogério, Isabel. Leide.


CHEGUEI PRA CAUSAR (Para os alunos que chegaram no meio do semestre, querendo fazer a diferença na sala ou querendo causa):

Marina, Nalva, Juliana ou Maria.


BANDEIRA BRANCA AMOR (Para os alunos que gostam de apaziguar as confusões, com suas palavras, e são a favor de projetos filantropicos):

Cris, Willians, Silvana ou Emanuel.


REVELAÇÃO (Para os alunos que chamaram atenção esse semestre, nas atitudes e em vários aspectos):

Emanuel, Vicentina (Cristina).


CELOFANE (Aquele aluno pouco notado na sala, que fica quetinho e é reservado):

Paloma, Pamela, Carina, Maria, Suely, Sara.


MELHOR INTERPRETE (os que melhores interpretam os textos):

Vicentina (Cristina) ou Denilson.


AUXILIAR DE LITERATURA:

Wesley Moreira.


PORTUGAL UM DIA EU VOU (Para quem sonhava em ir para portugal, mas teve os planos frustrados pela seleção da Marcia, mas que ainda deseja ir): 

Alice e Rafael


A MAÇA DA EVA É MINHA (PAra alunos que sempre comem maça):

Eduardo Eulalio


LI TODOS OS LIVROS E SOBREVIVI (Para os alunos que sempre leem tudo ou quase tudo  e sobrevive):

Matias, Estela, Wesley, Gisele, Eduardo Eulalio, Willians, Luiz.


PROVOCADOR VIRTUAL (Troféu para o maior provocador virtual):

Marina, Junior, Daniel, Simone Miguel.


LÍDER DE GANGUE (Para aquele aluno que lidera um grupo na sala, sem ele todos ficam meio sem graça de zuar):

Jonathan


HIPERATIVIDADE (Alunos que são inquietos, as vezes tiram a paciência dos professores): 

Dourado Júnior, Rafael Matoso.


QUESTIONADOR (Alunos que sempre fazem perguntas geniais, que poucos entendem):

Heitor Cavali


MEU EXEMPLO É UMA HISTÓRIA (Alunos que vão dar um exemplo de alguma coisa relativa a matéria e de repente conta a história de uma amiga que conhece, ou de alguém que já passou por aquilo):

Cris


MINHA ARTE É NA LOUSA ( Para os alunos que adoram fazer desenhos na lousa, liberar a criatividade):

Matias, Wevilla


ESSE GÊNIO É GENIAL (Para os alunos mais criativos e genial da sala, em literatura, diversão, trabalhos, enfim... Que tem um pé na arte...):

Denilson, Emanuel, Dourado Júnior, Matias, Simone Miguel.

BORN THIS WAY (Para alunos que nasceram com uma diferença fantástica: 

Alison, David, Júnior, Rafael, Matias


BEAUTIFUL GIRL (Para a letrada mais bonitinha da sala): 

Bruna, Alice, Marina, Juliana (promovida), Gisele, Amanda

SE FALO POUCO, FAÇO MUITO (Para os alunos que quase não se vê falando na sala): 

Nalva, Sara, Suely

MUSA DO CANTO DIREITO (Para as meninas do canto direito da sala, visto da posição do professor):  

Lucila, Joyce, Bruna, Luiza, Amanda, Sara, Suely.


O ORIENTE QUEBRA A GENTE (Para os brilhantes alunos descendentes de orientais): 

Estela


QUERIDINHO DOS TEACHERS (O queridinho dos professores) : 

Wesley, Heitor



TERROR DOS PROFESSORES (Os alunos que os professores mais temem pegar no próximo semestre):

Wevilla - Simone - Jonny - Junior - Marina - Camila 

O FACEBOOK É MEU E EU PONHO O QUE EU QUISER (Para alunos que odeiam ser criticados pelas pstagens no Facebook):

David Glee - Simone


Simone Protesta

A Jovem FacebooKeira, foi excluidas de dois ou mais facebooks nos últimos tempos, por isso resolveu protestar veja só:::::



Emanuel Pereira! Oh, Meu Jesus!!!

 Emanuel Pereira, mais conhecidinho como "Manu" e um dos representantes da turma de Letras 3º Semestre 2012, e esta cada mais dando exemplo de bom moço! he he he. (Nossa, que risada de Pica-Pau que dei agora!). Enfim...

Já notou o novo estilo arrojado e maneiro de Manu, que cada vez mais vem surpreendendo as pessoas com suas brincadeiras pra lá de divertidas, colocando pra fora seu lado espontâneo. 
 Para aqueles que achavam que Manu era o garoto certinho, se enganaram, ele sempre foi um brincalhão nato. Desde o primeiro semestre ele surpreendeu o pessoal utilizando uma peruca rastafári, para incorporar o cantor da banda Rappa, em um paródia temática.
 Esse semestre não foi fácil para o nosso querido representante, pois ele dividiu conosco momentos de dor em sua vida, trabalhou andando na rua, nos correios, e dava para notar eu seu rosto a fadiga.
 Mas agora, depois dessa fase ruim, podemos ter a alegria de ver nosso amigo sorrindo e se divertindo com o pessoal, lembrando que diversão não tem nada a ver com humilhação de colegas, falta de compromisso com as matérias, pois sabemos que Emanuel é um aluno verdadeiramente exemplar, que tem uma das melhores notas da sala e sempre está a par de todos os assuntos envolvidos no semestre, apesar de não ser selecionado para ir para Portugal. kkk.
 Por essa garra e força de voltar e brincar e a sorrir é que Emanuel está concorrendo ao prêmio de ALUNO REVELAÇÃO do Blog Varal.
 E a inspiração dos sorrisos do nosso representante vem de seus amigos: Bruna, Alice, Gisele, Heitor, Cris, Willians, Wesley, Estela, Enfim, todo aquele grupinho de CDF´S e os outros alunos da sala também, que não preciso ficar mencionando nomes.







 E para quem pensava que Manu estava solteiro ou que era Gay só porque um dia resolveu usar um roupa rosa, e fez a personagem EMANUELA. Kkkk! (Vejam essa foto embaçada, o cachecol foi o Júnior que fez...)






 Bom, ele não é gay, vocês se Enganaram. (Fazer o que gente, as aparências enganam, kkkk) pois ele esta namorando um linda garota.



Marcas de roupas ROSA:

MaNu

Porque inteligente é ser feliz...

sábado, 9 de junho de 2012

AS MALDITAS REGRAS DA ABNT


 Quem não sofreu para adaptar seu trabalho acadêmico às Normas da "bendita" ABNT?
Pois é. Mas para que seu trabalho possa ser divulgado e publicado ele deve obedecer a um padrão estrutural, que foi feito especialmente para complicar a vida do aluno de tempos em tempos, pois esse padrão vive mudando.
 Pensando nisto, o Blog do Varal dá uma "ajudinha" e publica aqui todas as informações necessárias para você não deixar passar nada "batido" no seu querido trabalho. (kkkk QUERIDO TRABALHO! ESSA FOI BOA).
 Falamos sobre como fazer citações, referências, gráficos, tabelas, enfim. Tudo que você precisa para fazer e acontecer no seu trabalho.
 Aproveite bem e lembre-se que sem esforço, a vitória não tem sabor!



NORMAS ABNT 2011-2012


Baseado em normas vigentes da ABNT NBR 6023, 6027, 6028, 10520, 14724.

Objetivo
Tem-se como objetivo estabelecer uniformidade na apresentação dos trabalhos acadêmicos desta instituição e também ser ferramenta de auxilio no processo de elaboração dos trabalhos para toda comunidade acadêmica da Universidade Metodista de São Paulo.


1- ESTRUTURA DOS TRABALHOS ACADÊMICOS
(teses, dissertações, monografias, Trabalho de conclusão de curso e outros)
Os elementos de um trabalho acadêmico possuem estrutura composta por partes pré-textuais, textuais e pós-textuais, sendo algumas dessas partes consideradas obrigatórias e outras opcionais. Devem obedecer a seguinte ordem:

1.1.1 Capa (obrigatório)

Segue abaixo modelo de capa, que deve ser apresentado no formato A4 (21 cm x 29,7 cm), o projeto gráfico e de responsabilidade do autor, recomenda-se obedecer ao padrão de fonte Times New Roman ou Arial. Deve obedecer a seguinte ordem:nome da instituição, faculdade e curso;nome do autor;título; subtítulo, se houver;local (cidade da instituição)ano da entrega
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Figura 1 - Modelo de Capa

1.1.2 Folha de rosto (obrigatório)

Segue abaixo modelo de folha de rosto, que é a folha que contém os elementos essenciais à identificação do trabalho, deve ser apresentado no formato A4 (21 cm x 29,7 cm), o projeto gráfico e de responsabilidade do autor, recomenda-se obedecer ao padrão de fonte Times New Roman ou Arial. Deve obedecer a seguinte ordem: a-nome do autor; b- título; c- subtítulo, se houver; d- natureza (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso, monografia e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição, faculdade, curso; área de concentração e- nome do orientado e, se houver, do co-orientador; f- local (cidade da instituição) g- ano da entrega
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Figura 2 - Modelo de Folha de Rosto

1.1.2.2 Verso da folha de rosto ou após para versão digital - Ficha Catalográfica (obrigatório)

No verso da folha de rosto deverá constar a ficha catalográfica que é a identificação padrão do trabalho a para ser catalogado na biblioteca da Metodista ou em outras, e deverá seguir padrões internacionais conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano – AACR2. A biblioteca é responsável de fazer a ficha catalográfica para todos os alunos da instituição procure a bibliotecária de seu campus.
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Figura 3 - Modelo de verso de Folha de Rosto

1.1.3 Errata (opcional)

Utiliza-se para indicação de erros porventura cometidos e sua respectiva correção, acompanhados de sua localização no texto. Esta lista deverá constar após a folha de rosto.
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Figura 4 - Modelo de Errata

1.1.4 Folha de aprovação (obrigatório)

Deve conter informações essenciais à aprovação do trabalho que constiui-se pelo nome do autor(es), título e subtítulo (se houver), natureza, objetivo, nome da instituição a que é submetido, área de concentração, data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituição a que pertencem. A data de aprovação e assinatura dos membros da banca é colocada após a aprovação do trabalho. Esta folha não recebe título.
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Figura 5 - Modelo de Folha de Aprovação

1.1.5 Dedicatória (opcional)

Página opcional onde o(a) autor(a) presta homenagem ou dedica seu trabalho. Esta folha não recebe título e o projeto gráfico fica a critério do autor.

1.1.6 Agradecimentos (opcional)

Devem ser dirigidos às pessoas ou instituições que, realmente contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho, restringindo-se ao mínimo necessário. Deve receber título, o projeto gráfico fica a critério do autor.

1.1.7 Epígrafe (opcional)

Frase, pensamento ou até mesmo versos no qual o autor apresenta citação seguida de autoria relacionada à matéria tratada no corpo do trabalho. Também podem ser apresentadas epígrafes nas folhas iniciais dos capítulos ou seções. Esta folha não recebe título e o projeto gráfico fica a critério do autor.

1.1.8 Resumo em português / Resumo em inglês (obrigatório)

Deve ser um texto bastante sintético que inclui as idéias principais do trabalho, permitindo que tenha uma visão sucinta do todo, principalmente das questões de maior importância e das conclusões a que se tenha alcançado. É feito normalmente na língua de origem e numa outra de larga difusão, dependendo de seus objetivos e alcance. O título deve ser centralizado, sem indicativo numérico e deve ser redigido em parágrafo único. Em teses e dissertações, apresentar o resumo com, no máximo, 500 palavras e em monografias e outros trabalhos acadêmicos, com 250 palavras. As palavras-chave devem estar logo abaixo do resumo. Obs.: os resumos devem estar em folhas separadas, e devem obedecer a seguinte ordem: a- folha do resumo português. b- folha do resumo em inglês.

1.1.9 Lista de ilustrações, Tabelas, Abreviaturas e siglas, Símbolos(opcional)

Enumeração de elementos selecionados do texto, como datas, ilustrações (figuras), exemplos e tabelas, cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. O título deve ser centralizado, sem indicativo numérico, obedecem à ordem que aparecem no texto, exceto para Abreviaturas e siglas que devem estar relacionados em ordem alfabética. Recomenda-se fazer lista para informações que contenham mais de 3 itens. Obs.: as listas devem estar em folhas separadas, e deve obedecer a seguinte ordem: 1ª - Lista de ilustrações ou figuras, 2ª - Tabelas, 3ª - Abreviaturas e siglas, 4ª - Símbolos.
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Figura 6 - Modelo de Lista

1.1.9.1 APRESENTAÇÃO DE ILUSTRAÇÕES NO TEXTO

Entende-se como ilustração os gráficos, diagramas, desenhos, fotografias, mapas, etc. que complementam visualmente o texto.
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Figura 7 - Modelo de figura no Texto

1.1.9.2 APRESENTAÇÃO DE TABELAS E QUADROS NO TEXTO

As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente; os quadros contêm informações textuais agrupadas em colunas.
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Figura 8 - Modelo de tabelas e Quadros no Texto

1.1.10 Sumário (obrigatório)

Enumeração das principais divisões, seções e capítulos, na mesma ordem e grafia em que a matéria é apresentada no corpo do trabalho. Se o trabalho for apresentado em mais de um volume, em cada um deles deve constar o sumário completo do trabalho.
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Figura 9 - Modelo de Sumário

1.2 TEXTUAIS

Essa é a parte do trabalho onde é exposta a matéria. Deve ser apresentado no formato A4 (21 cm x 29,7 cm), recomenda-se obedecer ao padrão de fonte Times New Roman ou Arial, margens iguais as partes pré-textuais, espacejamento 1,5 entre linhas. Em caso de citações diretas com mais de três linhas e legendas de tabelas e ilustrações, usa-se espaço simples.
Os títulos e subtítulos das seções e subseções que compõem o texto devem ser alinhados à esquerda, precedidos de seus indicativos numéricos grafados em algarismos arábicos e separados entre si por um espaço de caractere e os títulos devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos. Cada seção primária deve ser iniciada em folha nova.
Deve ter três partes principais: introdução, desenvolvimento e conclusão.

1.2.1 Introdução

A partir da página inicial da introdução, todas as páginas devem ser numeradas inclusive referências, anexos etc, e o número deve vir no canto superior direito, a 2 cm da borda superior. A introdução é a parte inicial do texto, na qual devem constar a formulação e delimitação do assunto tratado, bem como os objetivos da pesquisa. Tem por finalidade fornecer ao leitor os antecedentes que justificam o trabalho, assim como enfocar o assunto a ser abordado. A introdução pode incluir informações sobre a natureza e importância do problema, sua relação com outros estudos sobre o mesmo assunto, suas limitações e objetivos. Essa seção deve preferentemente representar a essência do pensamento do autor em relação ao assunto que pretende estudar. Deve ser abrangente sem ser prolongada. É um discurso de abertura em que o pesquisador oferece ao leitor uma síntese dos conceitos da literatura; expressa sua própria opinião - contrastando-a ou não - com a literatura; estabelece as razões de ser de seu trabalho sumariando apropriadamente começo, meio e fim de sua proposta de estudo.
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Figura 10 - Modelo de Introdução

1.2.2 Desenvolvimento

Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Pode ser dividida em seções e subseções, que variam em função do tema e da abordagem do método. Portanto, a organização do texto será determinada pela natureza do trabalho monográfico e respeitará a tradição da área em que o mesmo se insere. Em trabalhos que se propõem a rever e comentar a literatura, e que não relatam pesquisa de campo ou de laboratório conduzida pelo autor, a Proposição precederá a revisão de literatura. Também não se justifica uma seção Resultados, porque em trabalhos dessa natureza não existe coleta de dados e respectivo tratamento estatístico. Em trabalhos nos quais se relata pesquisa de laboratório ou de campo conduzida pelo autor, o Desenvolvimento das monografias, dissertações ou teses apresentarão nessa ordem as seguintes partes do texto: Revisão da Literatura; Proposição; Método; Resultados; Discussão.

1.2.2.1 Revisão da Literatura

Da Revisão da Literatura devem constar trabalhos preexistentes, que serviram de subsídio às intenções de pesquisa do autor. Pode constituir um corpo único ou ser subdividida, caso o assunto a ser tratado assim o exija. A ordem cronológica dos fatos deve ser obedecida, permitindo uma visão histórica do desenvolvimento do conhecimento do tema.

1.2.2.2 Proposição

A seção da Proposição destina-se a assentar as intenções do autor em relação ao assunto. Deve expressar coerência recíproca entre o título e as seções de Revisão da Literatura e o Material e Método.

1.2.2.3 Método

A seção de Método destina-se a expor os meios dos quais o autor se valeu para a execução do trabalho. Pode ser redigida em corpo único ou dividida em subseções. As subseções mais comuns são: Sujeitos, Material, Procedimentos. Se houver preferência por redigir em corpo único, a cada produto, material ou equipamento citado no texto, corresponderá uma nota de rodapé na qual constará no mínimo o tipo e a origem do meio empregado.

1.2.2.4 Resultados

Nesta seção o autor irá expor o obtido em suas observações. Os resultados poderão estar expressos em quadros, gráficos, tabelas, fotografias ou outros meios que demonstre o que o trabalho permitiu verificar. Os dados expressos não devem ser repetidos em mais de um tipo de ilustração.

1.2.2.5 Discussão

A discussão constitui uma seção com maior liberdade. Nessa fase o autor, ao tempo que justifica os meios que usou para a obtenção dos resultados, pode contrastar esses com os constantes da literatura pertinente. A liberdade dessa seção se expressa na possibilidade de constarem deduções capazes de conduzir o leitor naturalmente às conclusões. Na discussão dos resultados o autor deve cumprir as seguintes etapas:
a- estabelecer relações entre causas e efeitos; b- apontar as generalizações e os princípios básicos, que tenham comprovações nas observações experimentais; c- esclarecer as exceções, modificações e contradições das hipóteses, teorias e princípios diretamente relacionados com o trabalho realizado; d- indicar as aplicações teóricas ou práticas dos resultados obtidos, bem como, suas limitações; e- elaborar, quando possível, uma teoria para explicar certas observações ou resultados obtidos; f- sugerir, quando for o caso, novas pesquisas, tendo em vista a experiência adquirida no desenvolvimento do trabalho e visando a sua complementação.

1.2.3 Conclusão

Mesmo que se tenham várias conclusões deve-se usar sempre o termo no singular, pois, se trata da conclusão do trabalho em si e não um mero enunciado das conclusões a que o(a) autor(a) chegou. È a recapitulação sintética dos resultados e da discussão do estudo ou pesquisa. Pode apresentar deduções lógicas e correspondentes aos objetivos propostos.

1.3 PÓS-TEXTUAIS

Nesta secção compreendem as informações que complementam o trabalho acadêmico.

1.3.1 Referências (obrigatório)

Conjuntos de elementos que permitem a identificação, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais que foram mencionados explicitamente no decorrer do trabalho. Não deve constar nas referencias elementos que não foram citados no texto.
As referências deverão ser apresentadas em lista ordenada alfabeticamente por autor (sistema autor-data), usar espaçamento entre linhas simples e entre as referências, duplo espaço e alinhados à esquerda.
O título deve ser centralizado e sem indicativo numérico.

1.3.2 Obras consultadas (opcional)

São materiais que foram utilizados para compor um idéia e não foi citado no texto.

1.3.3 Glossário (opcional)

É um vocabulário explicativo dos termos, conceitos, palavras, expressões, frases utilizadas no decorrer do trabalho e que podem dar margens a interpretações errôneas ou que sejam desconhecidas do público alvo e não tenham sido explicados no texto.

1.3.4 Apêndice (s) (opcional)

Documentos que são anexados no final do trabalho com a finalidade de abonar ou documentar dados ou fatos citados no decorrer de seu desenvolvimento. São documentos elaborados pelo próprio autor e que completam seu raciocínio sem, prejudicar a explanação feita no corpo do trabalho.
Os apêndices são identificados por letra maiúscula do alfabeto consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Exemplo:
APÊNDICE A - Avaliação numérica... APENDICE B - Avaliação de células...

1.3.5 Anexos (opcional)

Suportes elucidativos e indispensáveis para compreensão do texto, são constituídos de documentos, nem sempre elaborados pelo próprio autor, que complementam a intenção comunicativa do trabalho.
O título deve ser centralizado e sem indicativo numérico.
Se houver mais de um anexo, sua identificação deve ser feita por meio de letra maiúscula do alfabeto. Exemplo:
ANEXO A - Questionário... ANEXO B - Representação gráfica...


2 CITAÇÃO NO TEXTO

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) - NBR10520 - Citação é a “menção, no corpo do texto, de uma informação extraída de outra fonte".

2.1 SISTEMAS DE CHAMADA DA CITAÇÃO NO TEXTO

Segundo a ABNT, as citações devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada: autor-data ou numérico. Qualquer método adotado deverá ser seguido consistentemente em todo o texto.

2.2 SISTEMA AUTOR-DATA

Esse estilo de citação permite ao leitor identificar, rapidamente a fonte de informação na lista de referências, em ordem alfabética no final do trabalho.As citações são feitas pelo sobrenome do autor ou pela instituição responsável, ou ainda, pelo título de entrada (caso a autoria não esteja declarada), seguido da data de publicação do documento, separados por vírgula ou entre parênteses.
EX.: O discurso competente, além de expressar significados, "representações, ordens, injunções para fazer ou não fazer consequencias, significações no sentido amplo do termo" (CASTORIADAS, 1991, p. 195), expressa também significantes cujas variáveis são mais sinuosas. "Apesar das aparências, a desconstrução do logocentrismo não é uma psicanálise da filosofia " segundo, Derrida, (1963, p.123)

2.3 SISTEMA NUMÉRICO

Neste sistema, a indicação da fonte é feita por uma numeração única e consecutiva, em algarismo arábicos, remetendo a lista de referencias no final do trabalho, na mesma ordem em que aparecem no texto. A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses, alinhada ao texto, ou situada um pouco acima da linha do texto em expoente à linha do mesmo, após a pontuação que fecha a citação
EX.: Diz Rui Barbosa: " Tudo é viver, previvendo."(15) Diz Rui Barbosa: "Tudo é viver, previvendo15."

2.4 CITAÇÃO DIRETA OU TEXTUAL

As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas.
EX.: Barbour (1971, p.35) descreve: “O estudo da morfologia dos terrenos..."
As citações diretas, no texto, de mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4cm da margem esquerda com letra menor que a do texto, sem as aspas.
EX.: A teleconferência permite ao individuo participar de um encontronacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem. Tipos comum de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone,e computador. Através da áudio-conferência, utilizando a companhialocal de telefone, um sinal de áudio... (NICHOLS, 1993, p.181)

2.5 CITAÇÃO INDIRETA

Transcrição de conceitos do autor consultado, porém descritos com as próprias palavras do redator. Na citação indireta o autor tem liberdade para escrever com suas palavras as idéias do autor consultado.
EX.: Apenas poucos estudos examinaram a conformação de uma molécula inteira de mucina, utilizando a NMR de carbono 13 e técnicas de disseminação luminosa, (GERKEN, 1989). (Dentro do parênteses o nome do autor deve estar em letras maiúsculas, só se usa minúscula no texto).

2.6 CITAÇÃO DE CITAÇÃO

É a transcrição direta ou indireta de uma obra ao qual não se teve acesso. Nesse caso, emprega-se a expressão latina "apud" (junto à), ou o equivalente em português "citado por", para identificar a fonte secundária que foi efetivamente consultada.
EX.: Além desses aspectos sobre a formação do povo brasileiro, que ainda hoje influenciam, de forma negativa, a disponibilidade para o ato de ler, outros ainda devem ser observados. Sobre este assunto, são esclarecedoras as palavras de Silva (1986 apud CARNEIRO, 1991, p. 31)

2.7 CITAÇÃO DE CANAIS INFORMAIS (AULA, CONFERÊNCIA, E-MAIL, DEPOIMENTOS, ENTREVISTA.)

Quando se tratar de dados obtidos por informação verbal (palestras, debates, comunicações) indicar entre parênteses, a expressão informação verbal, mencionando os dados disponíveis em rodapé.
EX.: O novo medicamento está disponível até o final deste semestre (informação verbal)1. No rodapé da página: 1 Notícia fornecida pelo presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso em Novembro de 2002.

2.8 CITAÇÃO COM UM AUTOR

EX. 1: (autor como parte do texto) Como afirma Almeida (1988, p. 14) "As novas tecnologias são o resultado prático de cruzamentos entre as diversas faces do triangulo da comunicação contemporânea: a tv, o satélite e o computador."
EX. 2: (autor não faz parte do texto) "As novas tecnologias são o resultado prático de cruzamentos entre as diversas faces do triangulo da comunicação contemporânea: a tv, o satélite e o computador." (ALMEIDA, 1988, p. 14)
OBS.: trata-se de citação direta, por isso o trecho retirado da obra consultada é digitado entre aspas duplas e a pontuação do autor citado é fielmente reproduzida.

2.9 CITAÇÃO COM DOIS AUTORES

Devem ser apresentados pelos sobrenomes dos autores ligados por ; quando apresentados entre parênteses. Quando citados no texto, devem ser ligados por "e", seguidos do ano da publicação. Os nomes devem estar separados por " ; ". O símbolo & indica sociedade comercial, portanto não é apropriado para um trabalho científico.
EX. 1: (autor como parte do texto) Zaccarelli e Fischmann (1994) identificam a estratégia de oportunidades como sendo a adotada por empresas que enfrentam grandes variações no nível de atividade em seus mercados. Ela consiste basicamente na manutenção de mínimo esforço durante os períodos de baixa intensidade e na minimização do esforço em período de pico.
EX. 2: (autor não faz parte do texto) As estratégia de oportunidades como sendo a adotada por empresas que enfrentam grandes variações no nível de atividade em seus mercados. Ela consiste basicamente na manutenção de mínimo esforço durante os períodos de baixa intensidade e na minimização do esforço em período de pico. (ZACCARELLI; FISCHMANN, 1994)

2.10 CITAÇÃO COM TRÊS AUTORES - CITA-SE OS TRÊS CITAÇÃO COM MAIS DE TRÊS AUTORES CITA-SE O PRIMEIRO SEGUIDO DE “at al”

Com mais de três autores:
EX. 1: (autor como parte do texto) Lotufo Neto et. al (2001) afirmam que as pessoas com depressão sofrem muito e procuram a ajuda de profissionais da saúde, porém estes raramente identificam o problema.
EX. 2: (autor não faz parte do texto) As pessoas com depressão sofrem muito e procuram a ajuda de profissionais da saúde, porém estes raramente identificam o problema. (LOTUFO NETO et al., 2001)

2.11 CITAÇÃO DE VÁRIOS AUTORES À UMA MESMA IDÉIA

Citar os autores obedecendo a ordem alfabética de seus sobrenomes.
EX.: Essas proposições foram testadas dentro dos limites estreitos da pesquisa sobre projeto do tabalho e em powerment. Dessa forma Parker, Wall e Jackson ( 1997) e Parker (2000) demonstraram como autonomia e decisão são positivamente relacionadas com comportamentos proativos, iniciativas, flexibilidades e internalizações de estratégias organizacionais por parte dos empregados. Do mesmo modo, Cordery e Clegg, Leach, Jackson (2000), Parker (1998),Wall (2000) .

2.12 CITAÇÃO DE AUTORES COM MESMO SOBRENOME

Havendo dois autores com o mesmo sobrenome e mesma data de publicação, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes.
EX.: 1Os dados para a amostra dessa pesquisa foram coletados no banco de dados International Finance Corporation. Conforme salientam Costa J.R. e Costa M.R (1984).

2.13 CITAÇÃO DE UM MESMO AUTOR COM DATAS DE PUBLICAÇÕES DIFERENTES

EX.: Recentemente, foi comprovado que a educação continuada e o treinamento representam a base de sustentação do controle de qualidade total Tavares (1994, 1995, 1998).
Importante: a seqüência das citações obedece a ordem cronológica das publicações.

2.14 CITAÇÃO DE UM MESMO AUTOR COM MESMAS DATAS DE PUBLICAÇÃO

EX.: De acordo com Robinson (1973a, 1973b, 1973c) o número de manifestação corresponde a ....
Importante: na elaboração das referências as mesmas letras identificadoras dos documentos deverão ser apresentadas.

2.15 CITAÇÃO CUJO AUTOR É UMA ENTIDADE COLETIVA

EX.: Segundo a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, (2002) todo autor citado no texto deve ser relacionado nas referências.
OBS: As próximas vezes que a entidade for citada poderá ser utilizada apenas a sigla. Exemplo: Segundo a ABNT...

2.16 CITAÇÃO DE TRABALHOS EM VIAS DE PUBLICAÇÃO (NO PRELO)

EX.: Segundo Carneiro (não publicado), todo comportamento humano decorre da concepção que nós temos da realidade e nessa realidade existem três pólos distintos: nós e aquilo que nós somos, nós e aquilo que nos cerca, nós e as outras pessoas. Nossa postura na vida depende do modo como estabelecemos esta relação.
OBS: No caso do texto estar redigido em inglês, utiliza-se a expressão" in the press"

2.17 CITAÇÃO DE HOMEPAGE OU WEB SITE

Cita-se o autor pelo sobrenome, como se faz na citação tradicional. Quando não houver autor cita-se a primeira palavra do título em CAPS LOCK (A ABNT orienta fazer a citação da mesma forma que a do autor-livro e autor revista. Não se faz menção do site na nota de rodapé, pois existe uma referência própria para documentos retirados da Internet.
EX.: Ao tratar de biblioteca digital, Cunha (1999) esclarece que ela " é também conhecida como biblioteca eletrônica (principalmente no Reino Unido), biblioteca virtual (quando utiliza recursos da realidade virtual), bibliotecas sem paredes e biblioteca virtual.
Somente na lista de referências cita-se o nome completo do autor o nome do site e a data do acesso.

2.18 CITAÇÃO DE OBRAS CLÁSSICAS

EX.: Homero exulta o povo "Bravos, meus filhos! Vigiai, sempre assim; que ninguém ceda ao sono..." (Ilíada, 10, p.173). O volume deve ser indicado em arábico e deve-se colocar a designação da página " p. "

2.19 CITAÇÃO COM OMISSÃO DE PARTE DO TEXTO

Omissões em citações são permitidas quando não alteram o sentido do texto. São indicadas pelo uso de reticências no inicio ou no final da citação.Quando houver omissões, no meio da citação, usam-se reticências entre colchetes. As reticências indicam interrupção de um pensamento ou omissão intencional de algo que se devia ou que podia dizer e que apenas se sugere, por estar facilmente subtendido.
EX.: No inicio da citação: "...alguns dos piores erros na construção organizacional tem sido cometidos pela imposição de um modelo mecanicista de organização ideal" ou "universal" a uma empresa viva" (CASTRO, 1976, p.41)
No meio da citação: “O poder tributário [...] é à base de aplicação de qualquer categoria de tributos" (FOUROUGE, 1973, p. 41)
No final da citação: "Em relação a este tema Muraro (1983) no seu estudo com mulheres brasileiras da classe burguesa, afirma que uma das preocupações mais importantes destas mulheres centrava-se na própria aceitação...”.

2.20 NUMERAÇÃO

A numeração das notas explicativas é feita em algarismo arábico, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página.
Ibdem - ibd [ na mesma obra] - Usado quando se faz várias citações seguidas de um mesmo Documento.
5 Silva, 1980, p.120 6 Ibid, p. 132
Idem - Id [ do mesmo autor] - Obras diferentes do mesmo autor.
5 Silva, 1980, p. 132 6 Id, 1992, p. 132
Opus citatum - op. cit. [obra citada] - Refere-se à obra citada anteriormente “na mesma página”, quando houver intercalação de outras notas.
5 Silva, 1980, p. 23 6 Pereira, 1991, p. 213 7 Silva, op. cit., 93
Locus citatum - loc cit [lugar citado] - Refere-se a mesma página de uma obra citada anteriormente, quando houver intercalação de outras notas.
5 Silva, 1995, p120 6 Pereira, 1994, p.132 7 Silva, loc. Cit
Nota:
  • As expressões latinas somente podem ser usadas em notas de rodapé.
  • Das expressões latinas, a expressão apud é a única que pode ser usada no texto também.


3 REFERÊNCIAS

Segue nesta secção exemplos dos tipos de referências e sua ordem exata conforme norma vigente da ABNT – NBR 6023.
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ABORÍGENES. In: Novo Aurélio : dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2000.

3.14 LEIS E DECRETOS

BRASIL. Decreto lei n. 2.425, de 7 de abril de 1988. Estabelece critérios para pagamento de gratificações e vantagens pecuniárias aos titulares de cargos e empregos na Administração Federal. Diário oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v.126, n. 66, p.6009, 08 de abril. Seção 1, pt 1

3.15 ACÓRDÃOS DECISÕES E SENTENÇAS DE CORTES OU TRIBUNAISNOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Deferimento de pedido de extradição. Extradição n. 410. Estados Unidos da América e José Antônio Hernandez. Relator: Ministro Rafael Mayer. 21 mar. 1984. Revista Trimestral de Jurisprudencia, Brasilia, v. 109, p. 870-879, set. 1984.

3.16 PARECERES, RESOLUÇÕES E INDICAÇÕES AUTORIA

CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n. 16 de 13 de dezembro de 1984. Dispões sobre reajustamento de taxas, contribuições e semestralidades escolares e altera e altera a relação do artigo 5 da da resolução n. 1 de 14/1/83. Relator: Lafayete de Azevedo. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 13 dez. 1984. Séc. 1, p. 190-191.

3.17 BÍBLIA

Bíblia considerada no todo
BIBLIA. Idioma. Título. Tradução ou versão. Edição. Local: Editora, ano
BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução: Centro Bíblico Católico. 34. ed rev. São Paulo: Ave Maria, 1982.
Partes da Bíblia
Quando se tratar de partes da bíblia, inclui-se o titulo da parte antes da indicação do idioma e menciona-se a localização da parte (capítulo ou versículo) no final.
BIBLIA, N. T. João. Português. Bíblia sagrada. Reed. Versão de Anttonio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Ed. Da Américas, 1950. Cap. 12, vers. 11.

3.18 ATAS DE REUNIÕES

Universidade Metodista de São Paulo. Conselho de Ensino e Pesquisa, São Bernardo do Campo. Ata da sessão realizada no dia 10 out. 2002. Livro 30, p. 10 verso.

3.19 ARQUIVOS ELETRÔNICOS

UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO. Sistema de Bibliotecas. Normas.doc. Manual para apresentação de trabalhos científicos. Biblioteca Central. São Bernardo do Campo, 16 out. 2002. 2 disquetes. Word 5.0. SILVA, L.L. B. Apostila.doc. São Bernardo do Campo, 16 out. 2001. Arquivo (605 bytes); disquetes 3 ½ Word for Windows 6.0.
UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO. Biblioteca Central. Manual de referencia. São Bernardo do Campo, 2002. 1 disquete.
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SANTOS, J. J. Discussões sobre normalização de trabalhos [mensagem pessoal]. Mensagem recebida porbiblioteca@metodista.br em 12 out. 2002.
NOTA: Segundo a ABNT, as mensagens que circulam por intermédio do correio eletrônico devem ser referenciadas somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o assunto em discussão. Mensagens trocadas por e-mail tem caráter informal, interpessoal e efêmero, e desaparece rapidamente, não sendo recomendável seu uso como fonte cientifica ou técnica de pesquisa.

3.20 DOCUMENTOS ELETRÔNICOS (disponíveis em meio tradicional e que também se apresentam em meio eletrônico)

a- Livro no todo:
QUEIRÓS, Eça de. A relíquia. In: BIBLIOTECA virtual do estudante brasileiro. São Paulo: USP, 1998. Disponível em: <http://www.bibvirt.futuro.usp.br>. Acesso em: 11 nov. 2002.
b- Evento no todo:
CONGRESSO BRASILEIRO DE CIENCIAS DO MOVIMENTO, 35., 2002, São Paulo. Anais... São Paulo, SP: UMESP. 1 cd-rom.
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ABORÍGENES. In: Novo Aurélio : dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2000. Disponível em <http://www.dicionariodalinguaportuguesa.com.br >. Acesso em: 12 nov. 2002.
f- Jornal
Estado de São Paulo. São Paulo, ano 126, n. 39401, nov. 2002. Disponível em: < http://www.estadao.com.br >. Acesso em: 12 nov. 2002.
g- Artigo de jornal
COMÉRCIO, eletrônico. O Povo On-line, Fortaleza, 18 nov. 1989. Disponível em: < http://www.opovo.com.br >. Acesso em: 18 nov. 2002.
h- Artigo de revista
SANTOS, Lineu. O bibliotecário de referencia. Ciência da Informação. Brasília : IBICT, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em <http://www.ibict.br/cionline/ >. Acesso em: 18 nov. 2002.

3.21 DOCUMENTOS TRADUZIDOS

Pode-se indicar a fonte da tradução quando mencionada.
CARRUTH, J. A nova casa do Bebeto. Desenho de Tony Hutchings. Tradução Ruth Rocha. São Paulo: Circulo do Livro, 1993. 21p. Tradução de: Moving House.

ANEXO A - Roteiro para Formatar o Trabalho Acadêmico Inserindo Numeração a partir da Introdução:

  1. Fazer a quebra de página na folha anterior a introdução ou a anterior a que se inicia a numeração.
Na barra de menu do word clicar em:
  1. Inserir
  2. Quebra de página
  3. Tipos de quebra de seção – Contínua
  4. OK
2. Na página da introdução ou a que inicia a numeração. Clicar em (barra de menu do word):
  1. Exibir
  2. Cabeçalho e rodapé
  3. Desabilitar o ícone : “mesmo que a seção anterior”
  4. Formatar números de página – completar o campo “iniciar em”: com a numeração que inicia o seu trabalho.
  5. Clicar no ícone : “inserir números da página”


Fonte: http://www.metodista.br